Imagem de Fundo

Solidão eleva risco clínico e reduz a sobrevida de idosos com câncer

Consenso internacional aponta o isolamento social como preditor independente de mortalidade durante o tratamento oncológico

21/04/2026 07h30 Atualizado há 56 dias

Por Ana Andrade, da Agência Einstein

Há cada vez mais evidências de que a solidão pode ser um fator de risco relevante para pacientes com câncer, principalmente pessoas idosas. Um consenso internacional, publicado recentemente na revista científica The Lancet Healthy Longevity, estabeleceu que o isolamento social impacta diretamente a sobrevida, a intensidade de sintomas e a adesão desse grupo ao tratamento oncológico.

O artigo, que reuniu 40 especialistas de 14 países, define a solidão como uma experiência subjetiva e negativa, decorrente da discrepância entre as relações sociais desejadas e as efetivamente existentes. No contexto da oncologia geriátrica, essa lacuna pode ser fatal. Segundo o texto, a solidão atua como um preditor independente de mortalidade, influenciando mecanismos biológicos como a inflamação sistêmica e o comprometimento da resposta imunológica associado ao estresse crônico.

CONTEÚDO EXCLUSIVO PARA USUÁRIOS CADASTRADOS

Para ter acesso a todo o conteúdo do site, faça seu cadastro.

Notícias relacionadas