Imagem de Fundo

Redes sociais ampliam desinformação sobre saúde mental, aponta estudo

Revisão identificou alta frequência de conteúdos imprecisos em plataformas digitais, com riscos de autodiagnóstico, banalização de sintomas e atraso no tratamento

27/05/2026 07h30 Atualizado há 15 dias

Por Léo Marques, da Agência Einstein

As redes sociais viraram consultório improvisado para milhões de jovens em busca de respostas sobre ansiedade, transtorno do déficit de atenção e hiperatividade  (TDAH), autismo e outros transtornos mentais. O problema é que boa parte dessas respostas pode estar errada.

Uma revisão sistemática publicada em março no Journal of Social Media Research analisou a qualidade e a precisão das informações de mais de 5 mil postagens sobre saúde mental em plataformas como TikTok, YouTube, Instagram, Facebook e X. A conclusão: até 56% desses conteúdos eram imprecisos ou sem fundamento.

CONTEÚDO EXCLUSIVO PARA USUÁRIOS CADASTRADOS

Para ter acesso a todo o conteúdo do site, faça seu cadastro.

Notícias relacionadas