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Problemas de pele afetam crianças que usam tecnologias para tratar diabetes

Estudo com mais de 1.700 participantes aponta irritação, eczema e cicatrizes associados ao uso de sensores e bombas de insulina

06/06/2026 07h30 Atualizado há 23 dias

Por Fernanda Bassette, da Agência Einstein

O uso contínuo de tecnologias como sensores de glicose e bombas de insulina tem tornado frequentes problemas de pele em crianças e adolescentes com diabetes, especialmente o do tipo 1. É o que aponta uma pesquisa publicada na revista Hormone Research in Paediatrics, que reuniu dados de 22 centros ao redor do mundo, entre eles a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), no interior de São Paulo.

O trabalho acompanhou 1.719 crianças e adolescentes durante quatro semanas e identificou problemas de pele em 52% dos usuários de bomba de insulina e em 30% dos pacientes que utilizam sensores de glicose. A inflamação na pele, o chamado eczema, apareceu em 9% dos participantes, tanto nos locais de aplicação da bomba quanto dos sensores.

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