Imagem de Fundo

IA avança na saúde, mas uso indiscriminado ainda traz riscos

Apesar de ampliar o acesso à informação e auxiliar em diagnósticos, modelos de linguagem acendem alerta sobre segurança, vieses e a qualidade das decisões em saúde

04/03/2026 07h30 Atualizado há 43 horas

Por Marília Marasciulo, da Agência Einstein

O Conselho Federal de Medicina (CFM) publicou, no último dia 27 de fevereiro, uma resolução que regulamenta o uso da inteligência artificial (IA) na prática médica no Brasil. A norma estabelece que a decisão diagnóstica, terapêutica e prognóstica deve permanecer sob responsabilidade do médico, responsável por supervisionar o uso dessas ferramentas e informar o paciente quando elas forem utilizadas como apoio relevante. 

A medida ocorre em meio à rápida expansão de sistemas conversacionais voltados ao público. Em janeiro, o ChatGPT, sistema de IA generativa da empresa estadunidense OpenAI, ganhou uma funcionalidade exclusiva para a saúde: o GPT Health. A ferramenta foi desenhada para apoiar o usuário na compreensão de exames, no preparo para consultas e no acompanhamento de cuidados. Segundo a empresa, trata-se de um recurso exclusivamente informacional, com salvaguardas de privacidade e sem uso dos dados para treinamento de modelos. 

CONTEÚDO EXCLUSIVO PARA USUÁRIOS CADASTRADOS

Para ter acesso a todo o conteúdo do site, faça seu cadastro.

Notícias relacionadas