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Exercícios físicos ajudam a reduzir impacto cognitivo da quimioterapia

O chamado “chemobrain”, também conhecido como “névoa cerebral”, afeta memória, atenção e velocidade de raciocínio durante e após o tratamento oncológico

05/06/2026 07h30 Atualizado há 9 dias

Por Gabriela Cupani, da Agência Einstein

A prática de atividade física pode minimizar os prejuízos cognitivos associados à quimioterapia, mostra um estudo da Universidade de Rochester, nos Estados Unidos, publicado no Journal of the National Comprehenisve Cancer Network. O chamado chemobrain (termo em inglês que, em tradução livre, significa algo como “cérebro de químio”) é um conjunto de alterações que afeta memória, atenção, concentração e velocidade de raciocínio em razão do tratamento oncológico.

Estima-se que três em cada quatro pacientes que estão em quimioterapia sofrem com sintomas cognitivos que formam o chamado “nevoeiro cerebral”. Entre eles, estão raciocínio geral mais lento, esquecimento de fatos recentes e dificuldade de fazer tarefas ao mesmo tempo, o que traz grande impacto na vida cotidiana, no trabalho e nas atividades sociais. O diagnóstico é feito baseado em sintomas clínicos, já que não há exames de imagem ou de laboratório capazes de confirmá-lo.

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