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Diretrizes orientam sobre uso consciente de telas por crianças e adolescentes

Guias publicados recentemente no Brasil e nos Estados Unidos ampliam debate sobre tempo de tela e destacam regulação digital para a proteção da infância

17/03/2026 07h30 Atualizado há 4 dias

Por Bruno Bucis, da Agência Einstein

O uso excessivo de celulares e dispositivos eletrônicos por crianças e jovens se tornou uma das maiores preocupações de autoridades de saúde. Dois documentos publicados recentemente por sociedades médicas do Brasil e dos Estados Unidos se posicionam fortemente contra o uso de telas, com tolerância zero para bebês menores de 2 anos, e endossam evidências de que essas tecnologias podem causar dependência nos pequenos.

Um deles é o manual de orientações da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), divulgado em dezembro de 2025, que explica como pediatras podem aplicar o Estatuto da Criança e do Adolescente Digital (ECA Digital), lei que estabelece boas práticas para crianças na internet e entra em vigor nesta terça-feira (17). Já nos EUA, a Academia Americana de Pediatria (AAP) publicou em fevereiro uma declaração sobre a relação de crianças e jovens com os ecossistemas digitais.

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