Apesar de raro, AVC em crianças pode ocorrer e deixar sequelas
Diretriz dos EUA traz orientações inéditas para reconhecer e tratar rapidamente o AVC pediátrico, condição frequentemente subdiagnosticada
Por Gabriela Cupani, da Agência Einstein
As novas diretrizes dos Estados Unidos para tratamento de acidente vascular cerebral (AVC) isquêmico trazem, pela primeira vez, recomendações específicas para crianças. Elaboradas pela American Heart Association e pela American Stroke Association, elas destacam o reconhecimento rápido dos sintomas e a importância dos exames de imagem, além de estabelecerem critérios para tratamento em pacientes pediátricos.
O objetivo é acelerar o diagnóstico e o tratamento para reduzir o risco de sequelas. Embora mais raro, crianças também podem ter um AVC e, nelas, o evento está associado a problemas como malformação de vasos cerebrais, doenças cardiovasculares ou autoimunes, traumas, entre outros.