Air fryer pode ser aliada da saúde, mas uso demanda cuidados
Popularizada pela praticidade, a fritadeira sem óleo ajuda a reduzir calorias, mas não transforma automaticamente a comida em opção nutritiva. Veja dicas práticas
Por Ana Andrade, da Agência Einstein
Cada vez mais presente nas cozinhas brasileiras, a air fryer deixou de ser novidade para se tornar um dos eletrodomésticos mais usados no dia a dia. Seis dos dez termos mais pesquisados na categoria “receitas” das pesquisas do Google envolvem preparações feitas no aparelho, como batata frita, bolo e pudim, segundo o levantamento Pesquisas do Ano 2025. No entanto, o uso do equipamento ainda é cercado de desinformação.
Assim como ocorreu com o micro-ondas há algumas décadas, a air fryer passou a ser acusada de ser cancerígena. Mas não há evidências de que isso seja verdade. Ela nada mais é do que uma fritadeira sem óleo, que utiliza um mecanismo de circulação de ar quente em alta velocidade para cozinhar os alimentos, simulando a fritura. Em relação ao risco cancerígeno, o cuidado vale mais com o tipo de alimento preparado do que com a fritadeira.