Tem gordura e proteína demais na nova pirâmide alimentar dos EUA?
Com a inversão do ícone, que agora aparece invertido, a carne vermelha e os laticínios ganharam espaço, trazendo confusão sobre limites lipídicos e proteicos
Por Regina Célia Pereira, da Agência Einstein
Logo na primeira semana de 2026, o governo dos Estados Unidos divulgou a atualização de suas diretrizes alimentares, documento que orienta políticas públicas e recomendações nutricionais no país. A nova versão, porém, estreou cercada de controvérsia, especialmente devido à reformulação da pirâmide alimentar, agora apresentada de cabeça para baixo.
No topo da pirâmide invertida aparecem carne vermelha, ovo, leite e manteiga, enquanto cereais passam a ocupar a parte inferior, uma inversão simbólica que gerou confusão sobre prioridades e limites nutricionais. A mudança visual rapidamente repercutiu nas redes sociais, com postagens de influenciadores e até de profissionais da saúde interpretando o novo desenho como um sinal verde para dietas low carb e com excesso de proteínas, com aumento do consumo de carnes, laticínios integrais e gorduras.