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Marimbondo-estrela (Polybia occidentalis)

Veneno de vespa abre nova frente na busca por terapias contra o Alzheimer

Estudo brasileiro explora uso de substâncias para desacelerar a neurodegeneração em meio ao envelhecimento da população

14/01/2026 07h30 Atualizado há 49 dias

Por Arthur Almeida, da Agência Einstein

Um projeto interdisciplinar desenvolvido na Universidade de Brasília (UnB) dá fôlego à busca por tratamentos capazes de desacelerar o avanço da doença de Alzheimer. Os pesquisadores têm investigado uma terapia a partir do uso de duas moléculas inspiradas no veneno do marimbondo-estrela (Polybia occidentalis), um tipo de vespa brasileira.

Em estudo publicado no início de 2025 na revista Proteins, as substâncias octovespin e fraternina-10 demonstraram capacidade de interferir na formação das placas de proteína beta-amiloide no cérebro. Quando em excesso, elas se acumulam entre os neurônios, causando inflamação e interrompendo a comunicação dessas células. Em longo prazo, isso leva à morte neural e ao declínio cognitivo, o Alzheimer.

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